segunda-feira, 9 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Cupcakes do aniversário da Polly
A Dolce Sogno Cupcakes forneceu os cupcakes do aniversário da Polly.
Recomendo a todos. São ótimos!!! rsrsrsrs (sou sócia)
Cada convidado soprou uma velinha, a do seu cupcake, foi super legal!
Recomendo a todos. São ótimos!!! rsrsrsrs (sou sócia)
Cada convidado soprou uma velinha, a do seu cupcake, foi super legal!
Arroz na chapa
Vou deixar aqui a receita do arroz na chapa que o Fila fez no niver da Polly.
Receita para dez pessoas
700 gramas de carne de porco salgada.
Dez xicrinhas (cafezinho) de arroz.
Meio pimentão vermelho
Meio pimentão amarelo
2 cebolas
2 cenouras cortadas bem fininha (não pode ralar, dá trabalho mesmo)
Cebolinha verde
300 gramas de bacon em cubos.
shoyu
1 Kg de mini torresmos (fritar o tocinho cortado bem pequeno)
Dessalgar, cozinhar e desfiar a carne de porco.
Picar pimentões, cebolas e cenoura em tirinhas bem finas.
Fazer o arroz normalmente (ao dente)
Pouco antes de servir fritar o bacon na bateia ou na chapa.
Reservar o bacon e tirar o excesso de gordura e fritar as cebolas.
Agregar os pimentões e a cenoura, o bacon e a carne.
Colocar o arroz.
Misturar tudo e colocar +- 1/2 xícara de shoyo. Misturar, colocar a cebolinha e os torresminhos por cima.
Olha só o resultado
Delícia!!!!!!!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
À Luz da Nossa Sombra - Márcia De Luca
"A sombra faz parte de nós.
(Foto tirada da internet)
Aceitar quem somos por inteiro é o caminho para a paz de espírito."
Em novembro de 2004 Márcia De Luca estreou sua coluna na revista mensal que a companhia aérea Gol oferece a seus passageiros.
Leia aqui a coluna do mês de Setembro de 2010.
À Luz da Nossa Sombra
Pois é chegada a hora de nos “ rebelarmos” contra essa ditadura, é chegada a hora de inovarmos, recriarmos nossa vida. Que tal adotar um novo paradigma segundo o qual nos sentimos a vontade com quem somos, aceitamos nossa personalidade como ela é? A aceitação total de nossa sombra automaticamente nos faz aceitar a sombra das pessoas a nossa volta, ou seja, nos torna mais compassivos. Começamos a olhar para os fatos sem julgamentos e sem críticas. Nos conscientizamos que a dualidade é natural e universal.
Assim, o turbilhão de nossos pensamentos vai gradativamente diminuindo, a mente se aquieta, fica mais calma e tranqüila. Aos poucos abrem-se espaços entre os pensamentos para que possamos seduzir nosso espírito e ouvir as mensagens inspiradoras de nossa alma. Vamos resgatando o melhor de cada um de nós. Não é irônico? Exatamente quando fazemos as pazes com nossa sombra é que nos tornamos mais iluminados. A verdade é que precisamos ser humildes o suficiente para aceitar que o que recebemos do universo é perfeito. E, então, devemos começar a explorar as infinitas possibilidades de crescimento e de desenvolvimento que existem atrás de cada adversidade.
No momento em que aceitamos e abraçamos nossa dualidade, nossas emoções vão se acalmando e começamos a sentir o estado de paz interior. Paz por ser e não por ter. O ter, alias, é sempre conseqüência do ser e quanto mais formos mais teremos. Isso porque nos conectamos com o imenso poder da natureza e trazemos a nós a abundância que nele existe. Nosso corpo passa a produzir substâncias como serotonina e dopamina, que vão aumentar nosso bem-estar e promover saúde. Nosso sistema imunológico se eleva diminuindo o índice de doenças em nossas vidas.
Ao aceitar nossa sombra, eliminamos o sentido de separação que gera toda a infelicidade da humanidade. Voltamos a ser íntegros e a viver na totalidade do nosso ser.
(Foto tirada da internet)
Aceitar quem somos por inteiro é o caminho para a paz de espírito."
Em novembro de 2004 Márcia De Luca estreou sua coluna na revista mensal que a companhia aérea Gol oferece a seus passageiros.
Leia aqui a coluna do mês de Setembro de 2010.
À Luz da Nossa Sombra
No silêncio encontramos nosso poder verdadeiro – capaz de mudar o mundo aqui dentro e lá fora também. Vem!
Nossa sombra existe e faz parte de nós. Essa dualidade é intrínseca ao nosso ser e apenas quando a abraçamos sem medo e sem vergonha é que encontramos o equilíbrio em nossa vida. Esse é o caminho do meio: nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Mas vivemos em uma sociedade que determina padrões de comportamento, que nos dita regras e nos impõe determinadas atitudes, mesmo que nos façam mal. Já temos gravada em nossas células a memória de que o lado escuro de nossa personalidade não deve ser aceito. Nos envergonhamos dele e tentamos de todas as maneiras cancelar sua existência inevitável em nossa personalidade. Dos pares de opostos que habitam em nos - luz e sombra, divino e diabólico, santo e profano... - tentamos fingir que só o que é bom existe. Pois é chegada a hora de nos “ rebelarmos” contra essa ditadura, é chegada a hora de inovarmos, recriarmos nossa vida. Que tal adotar um novo paradigma segundo o qual nos sentimos a vontade com quem somos, aceitamos nossa personalidade como ela é? A aceitação total de nossa sombra automaticamente nos faz aceitar a sombra das pessoas a nossa volta, ou seja, nos torna mais compassivos. Começamos a olhar para os fatos sem julgamentos e sem críticas. Nos conscientizamos que a dualidade é natural e universal.
Assim, o turbilhão de nossos pensamentos vai gradativamente diminuindo, a mente se aquieta, fica mais calma e tranqüila. Aos poucos abrem-se espaços entre os pensamentos para que possamos seduzir nosso espírito e ouvir as mensagens inspiradoras de nossa alma. Vamos resgatando o melhor de cada um de nós. Não é irônico? Exatamente quando fazemos as pazes com nossa sombra é que nos tornamos mais iluminados. A verdade é que precisamos ser humildes o suficiente para aceitar que o que recebemos do universo é perfeito. E, então, devemos começar a explorar as infinitas possibilidades de crescimento e de desenvolvimento que existem atrás de cada adversidade.
No momento em que aceitamos e abraçamos nossa dualidade, nossas emoções vão se acalmando e começamos a sentir o estado de paz interior. Paz por ser e não por ter. O ter, alias, é sempre conseqüência do ser e quanto mais formos mais teremos. Isso porque nos conectamos com o imenso poder da natureza e trazemos a nós a abundância que nele existe. Nosso corpo passa a produzir substâncias como serotonina e dopamina, que vão aumentar nosso bem-estar e promover saúde. Nosso sistema imunológico se eleva diminuindo o índice de doenças em nossas vidas.
Ao aceitar nossa sombra, eliminamos o sentido de separação que gera toda a infelicidade da humanidade. Voltamos a ser íntegros e a viver na totalidade do nosso ser.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Almas Perfumadas Carlos Drummond de Andrade
Tem gente que tem cheiro
de passarinho quando canta,
de sol quando acorda,
de flor quando ri. Ao lado delas,
a gente se sente no balanço de uma rede
que dança gostoso numa tarde grande,
sem relógio e sem agenda.
Ao lado delas,
a gente se sente comendo pipoca na praça,
lambuzando o queixo de sorvete,
melando os dedos com algodão doce
da cor mais doce que tem pra escolher.
O tempo é outro.
E a vida fica com a cara que ela tem de verdade,
mas que a gente desaprende de ver.
Tem gente que tem cheiro
de colo de Deus,
de banho de mar
quando a água é quente e o céu é azul.
Ao lado delas,
a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis.
Ao lado delas,
a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo,
sonhando a maior tolice do mundo
com o gozo de quem não liga pra isso.
Ao lado delas,
pode ser abril,
mas parece manhã de Natal,
do tempo em que a gente acordava
e encontrava o presente do Papai Noel.
Tem gente que tem cheiro
das estrelas que Deus acendeu no céu
e daquelas que conseguimos acender na Terra.
Ao lado delas,
a gente não acha que o amor é possível,
a gente tem certeza.
Ao lado delas,
a gente se sente visitando um lugar feito de alegria,
recebendo um buquê de carinhos,
abraçando um filhote de urso panda,
tocando com os olhos os olhos da paz.
Ao lado delas,
saboreamos a delícia do toque suave
que sua presença sopra no nosso coração.
Tem gente que tem cheiro
de cafuné sem pressa,
do brinquedo que a gente não largava,
do acalanto que o silêncio canta,
de passeio no jardim.
Ao lado delas,
a gente percebe que a sensualidade
é um perfume que vem de dentro
e que a atração que realmente nos move
não passa só pelo corpo.
Corre em outras veias.
Pulsa em outro lugar.
Ao lado delas,
a gente lembra que no instante em que rimos
Deus está conosco, juntinho, ao nosso lado.
E a gente ri grande que nem menino arteiro.
Tem gente como você,
que nem percebe como tem a alma perfumada
e que esse perfume é dom de Deus.
de passarinho quando canta,
de sol quando acorda,
de flor quando ri. Ao lado delas,
a gente se sente no balanço de uma rede
que dança gostoso numa tarde grande,
sem relógio e sem agenda.
Ao lado delas,
a gente se sente comendo pipoca na praça,
lambuzando o queixo de sorvete,
melando os dedos com algodão doce
da cor mais doce que tem pra escolher.
O tempo é outro.
E a vida fica com a cara que ela tem de verdade,
mas que a gente desaprende de ver.
Tem gente que tem cheiro
de colo de Deus,
de banho de mar
quando a água é quente e o céu é azul.
Ao lado delas,
a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis.
Ao lado delas,
a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo,
sonhando a maior tolice do mundo
com o gozo de quem não liga pra isso.
Ao lado delas,
pode ser abril,
mas parece manhã de Natal,
do tempo em que a gente acordava
e encontrava o presente do Papai Noel.
Tem gente que tem cheiro
das estrelas que Deus acendeu no céu
e daquelas que conseguimos acender na Terra.
Ao lado delas,
a gente não acha que o amor é possível,
a gente tem certeza.
Ao lado delas,
a gente se sente visitando um lugar feito de alegria,
recebendo um buquê de carinhos,
abraçando um filhote de urso panda,
tocando com os olhos os olhos da paz.
Ao lado delas,
saboreamos a delícia do toque suave
que sua presença sopra no nosso coração.
Tem gente que tem cheiro
de cafuné sem pressa,
do brinquedo que a gente não largava,
do acalanto que o silêncio canta,
de passeio no jardim.
Ao lado delas,
a gente percebe que a sensualidade
é um perfume que vem de dentro
e que a atração que realmente nos move
não passa só pelo corpo.
Corre em outras veias.
Pulsa em outro lugar.
Ao lado delas,
a gente lembra que no instante em que rimos
Deus está conosco, juntinho, ao nosso lado.
E a gente ri grande que nem menino arteiro.
Tem gente como você,
que nem percebe como tem a alma perfumada
e que esse perfume é dom de Deus.
domingo, 15 de agosto de 2010
Ser chique é uma questão de atitude
Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como atualmente. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão a venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que uns guarda-roupas recheados de grifes importadas. Muito mais que um belo carro Alemão. O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta. Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes. Mas que, sem querer, atrai todos os olhares, porque tem brilho próprio. Chique mesmo é quem é discreto, não faz perguntas inoportunas, nem procura saber o que não é da sua conta. Chique mesmo é não parar na faixa de pedestre e abominar a mania de jogar lixo na rua. Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e as pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos. Chique mesmo é não se exceder nunca. Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir. Chique mesmo é olhar no olho do seu interlocutor. É “desligar o radar” quando estiverem sentados a mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia. Chique mesmo é honrar a sua palavra. É ser grato a quem lhe ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios. Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, mas ficar feliz ao ser prestigiado. Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre do quanto que a vida é breve e de que vamos todos para o mesmo lugar. Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se cruzar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem. Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!”
Texto do livro “A quem interessar possa”, de Gilka Aria
Assinar:
Postagens (Atom)
















